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 POR QUE NÃO APROVEITAMOS OPORTUNIDADES

Quantos já se depararam com o seguinte questionamento: porque alguns conseguem atingir os objetivos e outros trabalham, trabalham, trabalham e continuam sempre no mesmo lugar ou apenas conseguem um pequeno crescimento vegetativo em suas vidas, bem abaixo das expectativas? A situação desperta a necessidade de realizar uma avaliação das posturas e atitudes que temos em relação às ações tomadas em nossas rotinas e os resultados obtidos. A busca de possibilidade e justificativa do motivo de tamanho esforço, sacrifício, tempo investido sobre as atividades realizadas, versos os objetivos alcançados, algumas vezes não justificam os esforços empregados. Com a situação e os aspectos apresentados, demonstra a urgência de entender o porquê estes fatores acontecem e tornam-se uma resposta a ser compreendida urgentemente.

Perguntar se vale à pena é consequência natural a ser observada. A possibilidade de indignação pode ser determinante e impulsionadora para uma mudança de postura ou acomodação da busca dos sonhos. Analisar como agimos perante as rotinas e as atitudes tomadas no decorrer dos projetos é adequado na busca dos objetivos, sendo condição impreterível na mudança de valores.

Outra reflexão a ser feita é quanto de coragem possuímos em aceitar e aproveitar as oportunidades que são disponibilizadas. O fato é de tamanha importância para avaliar a conformidade que é estabelecida na zona de conforto. Diante do quadro e da avaliação dos paradigmas apresentados, confrontar resultados e trabalhos é fundamental para reverter à realidade ou aceitá-la sem questionamento.

Como agir? Hoje as organizações citam características imprescindíveis para as empresas e os profissionais sejam considerados recursos diferenciados, sendo estas consideradas competências fundamentais no mercado de trabalho. Uma condição citada e afirmada pelo mercado é a inovação, condição diferenciadora para a sobrevivência das empresas.

O que busca o conceito. Ao utilizarmos a concepção, a afirmação não quer sugerir que deva sair inventando e aceitando todas e quaisquer oportunidades apresentadas, mas, estar preparado para aproveitar as situações conscientemente, permitindo verificar possibilidades disponibilizadas que o mundo dos negócios apresenta, nunca é claro, perdendo o foco na realidade atual e projetos que já são desenvolvidos.

Como interfere na gestão empresaria esta postura? Entender a necessidade de realizar a releitura sobre como funcionamos diante das mudanças, torna-se fator decisivo para o estabelecimento e crescimento dos patamares de resultados pretendidos. A condição não é tão natural como imaginamos. A implantação de novas atitudes é uma das condições essenciais para que ocorra a transformação, mas não é um fator simples de ser atingido.

Para a efetividade de princípios alternativos na busca de resultados almejados, estabelecer uma reengenharia interna de valores tem que ser feito e é crítico de ser implantado. Desenvolver mudanças de posicionamentos tradicionais, precisa de alterações culturais e perspectivas diferentes das rotinas e valores. A nova atitude causa insegurança nas pessoas e automaticamente dispara sensações de medo. A mudança exige novos padrões de comportamento para conseguir patamares alternativos é a condição não é fácil de ser estabelecida. Sem a permissão dos envolvidos o boicote é imediato pelo constrangimento que ocorre através da insegurança estabelecida. Esta surge pelo sentimento de incapacidade e constrangimento de quebrar barreiras e sair da zona de conforto. Quando são sentidos, os grupos abortam toda nova parametrização para evitar riscos. A condição é com certeza a grande motivadora de agir ou não e por conseqüência de atingir ou não padrões diferentes.

Com a elucidação, justiçam-se as dificuldades que as organizações enfrentam nas dinâmicas de gestão, pois, para os profissionais aceitarem mudanças não é uma condição tranqüila. A maioria evita e tem resistência de verificar e visualizar as intenções positivas dos novos modelos de atuações. O aparecimento de fatores de inseguranças pessoais é normalmente identificado quase sempre de uma forma contundente na aplicação de novas rotinas e metodologias, sendo estabelecido em razão do que é denominado de crença limitadora. A crença limitadora desenvolve a limitação e justifica as atitudes resistivas de comportamento. Pode-se citar a seguinte expressão: “ Mais vale um pássaro na mão do que dois voando´´.

A busca de segurança do resultado imediato traz tranqüilidade, contudo, impede de realizar uma ponte para o futuro. O comportamento em relação aos projetos de logo prazos e mudanças fica sempre limitado na consolidação da posição. Ao analisar a frase acima muitas vezes utilizada e fonte de convicção edificada por profissionais e organizações disparam comportamentos recessivos, queiramos ou não. Mesmo não admitida pela grande maioria de que não possuem esta crença psicológica de segurança da satisfação momentânea, ela existe e é real, sendo sustentada e ancorada por muitas pessoas, limitando a busca de horizontes alternativos
Quando instalada dispara variáveis de comportamento e conseqüências desastrosas nas empresas. A primeira sem dúvida é de não agir proativamente. Pense: caso todo o mercado fique estagnado sem mudança, pode-se afirmar que existe um alto índice de gerenciamento do risco, mas, em uma segunda análise com um mercado competitivo e inovador daqui dez anos o que você tem na mão, caso não busque melhorias. Efetivamente os resultados estariam bem abaixo dos esperados, ou seja, sua empresa seria uma pomba velha. Uma empresa fora de mercado, com grande dificuldade de continuar sobrevivendo. O raciocínio demonstrar o problema de não se aproveitar oportunidades de negócios e mesmo de aceitar a inovação na cadeia produtiva e na vida pessoal, motivados pela segurança aparente.

Verifique os seguintes comportamentos:

1) Atualmente gerenciamos na era da inovação de tarefas. A situação depende diretamente do pressuposto de estaremos atentos as ondas do mercado e desenvolvimento de alternativas de produtos e serviços. Caso mantenhamos uma forma conservadora, com uma analogia simples, as empresas e os profissionais estariam em desconformidade daqui dez anos.

2) Os fatores de mudanças sempre foram para os seres humanos objeto de dificuldade. As alterações sempre ocorreram. Anteriormente eram muito mais espaçadas. Agora são dinâmicas e austeras, que faz com que o rechaçar nas empresas sejam grandes, sem a aceitação desta dinâmica de mercado a manutenção e melhoria de competitividade fica com uma condição fragilizada.

O fato traz uma série de problemas da não aceitação dos envolvidos no processo de inovação. Alguns podem questionar se realmente existe este conceito dinâmico de mudança. Os profissionais podem relutar tão veementes em adaptar-se aos novos padrões exigidos atualmente, entretanto, existe há necessidade de alterações de cultura para que os conceitos sejam implantados. A verdade é que a situação cria insegurança aos padrões de trabalhos estabelecidos. O que fica claro é que apenas um pequeno número de profissionais está preparado para as condições exigidas e são eles ao mesmo tempo, que normalmente programam as ferramentas de gestão criativa e revoluções institucionais generalizadas por conseqüências nas organizações

A questão é:

“O que fazer com o sentimento de instabilidade e desenvolvimento de incerteza sobre os acontecimentos. Esta sim é a grande problemática atual e que cada pessoa e organização devem entender. Lembre: o sucesso do passado não garante o futuro“.

Aprender que profissionais de sucesso são aqueles que permitem visualizações continuadas das atividades, deve ser entendida e aplicada. Utilizar e compreender o aprendizado do passado é de suma importância. Admitir e aprender de como não deveria ter feito faz parte do desenvolvimento. A reflexão em relação às atitudes faz necessária, para não ocorra à triste realidade de viver 365 dias iguais. É natural entrarmos no comodismo do que estar atento as mudanças e ao dinamismo que são apresentados diariamente em nossas vidas, porque esta condição de instabilidade incomoda.

A inconstância traz angustia pela sensação de ter que reinventar seus posicionamentos muitas vezes ao longo do tempo. Queira ou não, atualmente os fatores são verdadeiros e constantes e nos obrigam a aprendermos a todo o instante para conseguirmos melhores oportunidades. Cada ser humano tem expectativas, valores e ritmos que devem ser respeitados. Logo o que é oportunidade para um naquele momento não seja para outro.

Os valores são necessários, mas a velocidade de reinventar é uma condição a todos. A velocidade das adaptações é ligada e inerente as expectativas e comportamentos de cada um. A questão é qual a velocidade que a sua empresa esta. A falta de sintonia pode causar problemas.

O que queremos da vida profissional e social sempre estará vinculado aos sentimentos e crenças pessoais. As verdades são sempre suas e serão vistas através dos seus filtros. Cada ser humano tem o modelo de mundo que deseja. A condição explica o fato de que toda verdade é relativa, ou seja, depende da realidade instalada dentro de cada um, mas, precisamos entender e compreender que os processos de motivação e valores são individuais, contudo, a buscar de resultados e competitividade nas empresas são coletivos. A sociedade e as organizações precisam de profissionais que estejam conectados e antenados com o mundo. Cada dia é um dia, e ele será vivido da forma que quer, sendo assim, somos 100% responsáveis pelos nossos resultados, desta forma, você esta aonde esta hoje por culpa sua.

´´Você Quer Ser o Senhor do Seu Destino ou o Escravo do Acaso´´.
(WILLE, 2012).

 

Fonte: Livro Como Ser Feliz Nas Empresas | Autor: Prof. Laertes Wille.

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